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terça-feira, 24 de maio de 2011

Wagner: o novo “cabeça branca” da Bahia

Apelidado de “cabeça branca”, o político Antônio Carlos Magalhães (1927 – 2007) inaugurou a era carlista que dominou a Bahia por mais de 16 anos ininterruptos. Responsável por boa parte das mazelas educacionais existentes no Estado, o Grupo Carlista foi derrotado nas eleições estaduais de 2006 pelo Partido dos Trabalhadores - PT que trazia a esperança de dias melhores para o povo baiano. Pensou-se, então, que era o fim da sanha carlista e das políticas nefastas para a educação superior. Enganou-se quem pensou que o atual Governo melhoraria a educação.

quinta-feira, 17 de março de 2011

DECRETO DO GOVERNO WAGNER PREJUDICA UNIVERSIDADES PÚBLICAS

O decreto 12.583, publicado pelo governo do estado no Diário Oficial em fevereiro deste ano, prejudica milhares de estudantes das universidades públicas baianas. Isso porque o decreto, que tem como objetivo cortar gastos do governo, inviabiliza a contratação ou promoção de professores e deixa estudantes de algumas disciplinas sem aula, inclusive formandos, além de ferir a autonomia das instituições superiores de ensino.

Vice-presidente da Comissão de Educação e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado Bruno Reis (PRP) apresentou hoje (15) requerimento propondo a realização de uma audiência pública para avaliar os impactos do decreto e propor mudanças ao governo, como reivindica os estudantes e professores em moção e carta pública enviada à sociedade. O requerimento foi aprovado e a audiência marcara para o próximo dia 23, pela manhã, no Plenarinho da Assembléia.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

UNEB: NENHUM/A PROFESSOR/A A MENOS

“Das ruas, das praças, quem disse que sumiu? Aqui está presente o Movimento Estudantil”.

Clima de convulsão acadêmica é o que caracteriza atualmente o campus V da UNEB situado em Santo Antonio de Jesus, mais precisamente o curso de licenciatura em história desta instituição.

A falta de professores(as) para conduzir as atividades acadêmicas que é um problema histórico desta Universidade, agora é gritante, e o que é mais problemático, a possibilidade de paralisação e retardamento de várias disciplinas do curso, na ordem de 14 das 36 ofertadas, devido a falta de professores(as).

O clima de sangramento do curso, que já se encontra assim há muito tempo, atinge seu auge neste inicio de ano devido aos golpes que o Governador Jaques Wagner (PT) vêm dando à UNEB. Acontece que após identificação das distorções acadêmicas por pressão dos(as) estudantes e professores(as) em 2010, a reitoria desta universidade e secretaria de educação do estado resolveram lançar edital e carta convite para contratação de professores visitantes e substitutos via REDA por 24 meses.

Após cumprimento de todo processo burocrático e demorado que durou cerca de três meses, os(as) professores(as) foram admitidos na universidade, mas desde agosto de 2010 estão sem receber salário apesar de estarem cumprindo com as obrigações acadêmicas, e sem contrato com o estado, apenas com orientação de recebimento dos salários via indenização pela UNEB e promessa de contratação, objeto da seleção pública ao qual foram submetidos(as) e aprovados(as).

Entretanto, após inúmeras falsas promessas, o Governo do Estado da Bahia por meio da Secretaria de Educação do Estado indeferiram e ratificaram o processo de contratação de tais professores, o que significa desligamento dos quadros da universidade a qual juridicamente nunca estiveram ligados.

Este cenário imposto pelo arrocho que as Universidades Estaduais da Bahia vem passando apresenta várias implicações, sobretudo aos(as) estudantes e professores(as) do curso de história da UNEB, campus V de Santo Antonio de Jesus. Isso de maneira imediata configura, pára além da questão trabalhista destes profissionais que foram humilhados moral e profissionalmente, a paralisação de muitas atividades acadêmicas do CURSO de HISTÓRIA por falta de professores.

Implica em dizer que os(as) concluintes do curso terão que ficar mais um ano na Universidade para tentarem se formar. Significa dizer que os(as) vários(as) estudantes desta unidade educacional que foram aprovados no recente concurso público efetivo para professores da educação básica do próprio estado da Bahia não poderão assumir seus cargos por atraso na formação e ausência de Diploma. Constitui no verdadeiro ABORTO de sonhos de estudantes e professores(as) comprometidos(as) com a melhoria da educação pública deste país.
Assim, faz-se importante divulgar a sociedade as condições em que encontra-se a Universidade de TODA a Bahia, mais precisamente o clima de convulsão acadêmica do CURSO de HISTÓRIA do campus universitário de Santo Antonio de Jesus devido a FALTA DE CONTRATAÇÃO DOS(AS) PROFESSORES(AS) aprovados(as) em seleção pública, convocados, nomeados e empossados segundo a burocracia estatal, que se recusa reconhecer suas próprias medidas. Estamos em um estado democrático de direito?

Por estes motivos exigimos que o governaDOR deste estado CONTRATE OS(AS) PROFESSORES(AS) APROVADOS(AS) e respeite a educação pública do estado. Não ao desmonte da educação!

Campanha "UNEB: NENHUM/A PROFESSOR/A A MENOS"